Resenha do Livro | A Menina Que Roubava Livros

em 23 julho 2014

Oi gente, tudo bem? Hoje quero contar pra vcs um pouquinho sobre minha última leitura. Eu sempre fui muito interessada, quando o assunto é nazismo, Hitler enfim...tenho uma ideia muito vaga sobre tudo isso e a cada história, cada livro que leio sobre esse assunto, fico ainda mais perplexa e estou acostumada a ler sobre toda a história da perspectiva de um judeu, mas nesse livro conheci a história de uma menina alemã.

Já adianto que o livro é bem complexo, requer muitíssima atenção mas com certeza vale a pena, acabei aprendendo um pouco mais. E sim, quem nos conta a história de Liesel Meminger é a morte, que diga-se de passagem, é assustadoramente simpática. O livro começa assim, com ela se apresentando e em seguida narrando toda a trajetória da menina Liesel que tentava viver sua infância no meio da segunda guerra mundial. É um livro cativante, que faz vc refletir sobre várias coisas...Dia desses assisti o filme, que deixou a desejar em vários aspectos mas eu gostei e me fez ficar ainda mais encantada com Hans Hubermann, pai adotivo da menina. Leitura mais do que recomendada!

Sinopse:

A Menina que Roubava Livros - Markus Zusak

A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.

Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.

A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto - e raro - de crítica e público.










Beijos e até o próximo

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